MAPEANDO CONHECIMENTOS ESTRATÉGICOS PARA A COMPETITIVIDADE
Introdução
Muito conhecimento é gerado nas organizações e pouco dele é reutilizado. A construção de representações deste conhecimento em forma de mapas pode contribuir para a melhoria de processos internos, para a visualização estratégias e para alimento de suas competências. Neste resumo apresentam-se considerações teóricas sobre representação de conhecimentos nas organizações e considerações praticas com base na experiência de construção de mapas em Empresas de Base Tecnológica.
Representando o conhecimento nas organizações
A Gestão do Conhecimento possibilita identificar as dimensões do conhecimento inserida em produtos, serviços, processos que resultam das organizações. Alguns processos como aquisição, disseminação, compartilhamento e interpretação das informações têm importância critica no diferencial competitivo. O conhecimento não é linear, é resultado da combinação dos conhecimentos tácito das pessoas, que não podem ser previsto nem controlado, e para representá-los é necessário parâmetros que não simplifiquem suas inter-relações e dissimule as dimensões dinâmicas.
O conhecimento segundo Takeuchi Nonaka, resulta do ciclo de quatro processos: externalização, internalização, combinação e solicialização. Os autores definem conhecimento explicito como podendo ser articulado e comunicado formalmente e por outro lado o conhecimento tácito difícil de formalizar que dificulta a formalização e seu compartilhamento.
Representações gráficas esta relacionada a explicitação do conhecimento, já o mapa é o conhecimento codificado. Os mapas caracterizam-se como ferramentas nas inovações das organizações. A construção de mapas vinculados a estratégias das organizações foi proposto por Norton Kaplan, como Balanced Score Card. Os executivos consideram a representação visual como uma ferramenta poderosa para entendimento de toda a organização.
Construção de mapas estratégicos: Experiência em EBTS
A criação de conhecimentos e suas práticas em EBTs tem sido investigada por autores como Costa e Kappel. A pratica de mapeamento de conhecimento foi base de programas de capacitação de empresários sobre indicadores envolvendo 14 EBTs em Santa Catarina. O projeto visou identificar identificadores, definindo um sistema comum de excelência empresarial. Foram realizados os seguintes mapeamentos: 01 da cadeia produtiva, que possibilita visualizar o relacionamento do setor, possíveis parceiros, possíveis gargalos, oportunidades de negocio e seu reposicionamento; 02 dos fatores que afetam a competitividade: visualização dos diversos níveis que envolvem a organização, oportunidades e ameaças; 03 do alinhamento estratégico da organização na criação de valor (BSC): reavaliação do planejamento estratégico, criação de indicadores,redefinição de projetos, organização interna. Por meio de construção dos mapas, os empresários refinaram os objetivos e a missão de seus negócios, o perfil e a segmentação dos produtos e/ou serviços.
Introdução
Muito conhecimento é gerado nas organizações e pouco dele é reutilizado. A construção de representações deste conhecimento em forma de mapas pode contribuir para a melhoria de processos internos, para a visualização estratégias e para alimento de suas competências. Neste resumo apresentam-se considerações teóricas sobre representação de conhecimentos nas organizações e considerações praticas com base na experiência de construção de mapas em Empresas de Base Tecnológica.
Representando o conhecimento nas organizações
A Gestão do Conhecimento possibilita identificar as dimensões do conhecimento inserida em produtos, serviços, processos que resultam das organizações. Alguns processos como aquisição, disseminação, compartilhamento e interpretação das informações têm importância critica no diferencial competitivo. O conhecimento não é linear, é resultado da combinação dos conhecimentos tácito das pessoas, que não podem ser previsto nem controlado, e para representá-los é necessário parâmetros que não simplifiquem suas inter-relações e dissimule as dimensões dinâmicas.
O conhecimento segundo Takeuchi Nonaka, resulta do ciclo de quatro processos: externalização, internalização, combinação e solicialização. Os autores definem conhecimento explicito como podendo ser articulado e comunicado formalmente e por outro lado o conhecimento tácito difícil de formalizar que dificulta a formalização e seu compartilhamento.
Representações gráficas esta relacionada a explicitação do conhecimento, já o mapa é o conhecimento codificado. Os mapas caracterizam-se como ferramentas nas inovações das organizações. A construção de mapas vinculados a estratégias das organizações foi proposto por Norton Kaplan, como Balanced Score Card. Os executivos consideram a representação visual como uma ferramenta poderosa para entendimento de toda a organização.
Construção de mapas estratégicos: Experiência em EBTS
A criação de conhecimentos e suas práticas em EBTs tem sido investigada por autores como Costa e Kappel. A pratica de mapeamento de conhecimento foi base de programas de capacitação de empresários sobre indicadores envolvendo 14 EBTs em Santa Catarina. O projeto visou identificar identificadores, definindo um sistema comum de excelência empresarial. Foram realizados os seguintes mapeamentos: 01 da cadeia produtiva, que possibilita visualizar o relacionamento do setor, possíveis parceiros, possíveis gargalos, oportunidades de negocio e seu reposicionamento; 02 dos fatores que afetam a competitividade: visualização dos diversos níveis que envolvem a organização, oportunidades e ameaças; 03 do alinhamento estratégico da organização na criação de valor (BSC): reavaliação do planejamento estratégico, criação de indicadores,redefinição de projetos, organização interna. Por meio de construção dos mapas, os empresários refinaram os objetivos e a missão de seus negócios, o perfil e a segmentação dos produtos e/ou serviços.
Nenhum comentário:
Postar um comentário